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Todos os verbos do mundo


Paixão à primeira vista por essa música cantada pela Zélia Duncan. Confiram:


Errar é útil
Sofrer é chato
Chorar é triste
Sorrir é rápido
Não ver é fácil
Trair é tátil
Olhar é móvel
Falar é mágico
Calar é tático
Desfazer é árduo
Esperar é sábio
Refazer é ótimo


Amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo


Abraçar é quente
Beijar é chama
Pensar é ser humano
Fantasiar também
Nascer é dar partida
Viver é ser alguém
Saudade é despedida
Morrer um dia vem


Mas amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo

Vídeo aqui.


Abraço!

;)
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Contra as vozes



"...
Porque todo mundo sabe
Que a guerra mais difícil de combater,
É a luta para ser você mesmo em um mundo
Que quer te transformar em outra pessoa
..."

Jon Foreman


_______________
Trecho da música Against The Voices - SWitchfoot
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E Também Aqueles Dias


Agora no mês de junho fez um ano da morte do português José Saramago, conhecido mundialmente por obras como 'Ensaio sobre a Cegueira', 'As Intermitências da Morte' ou 'O Evangelho Segundo Jesus Cristo'.

Ele tornou-se um dos meus escritores preferidos, marcante principalmente por seu sarcasmo delicioso de ler.

No início desse ano li um livro chamado 'A Bagagem do Viajante', uma seleção de crônicas de diversos temas e eu escolhi compartilhar uma dessas crônicas com voces. Não coloquei o texto na íntegra porque ele é meio extenso e acabaria ficando meio enfadonho, mas foi o que achei mais interessante para por aqui agora.

E TAMBÉM AQUELES DIAS

E houve também aqueles dois gloriosos dias em que fui ajuda de pastor, e a noite de permeio, tão gloriosa como os dias. Perdoe-se a quem nasceu no campo, e dele foi levado cedo, esta insistente chamada que vem de longe e traz no seu silencioso apelo uma aura, uma coroa de sons, de luzes, de cheiros miraculosamente conservados intactos. O mito do paraíso perdido é o da infância – não há outro. O mais são realidades a conquistar, sonhadas no presente, guardadas no futuro inalcançável. E sem elas não sei o que faríamos hoje. Eu não o sei.

Meus avós tinham decidido, porque a venda dos bácoros havia sido fraca, que o resto das ninhadas seria vendido na feira de Santarém, por melhor preço e sem mais gasto de dinheiro. Porque o caminho seria andado a pé, quatro léguas de campo, a passo de porco pequeno, para que os animais chegassem à feira com sorte de comprador. Perguntaram-me se eu queria ir de ajuda com o tio mais novo – e eu disse que sim, nem que fosse de rastos. Ensebei as botas para a caminhada e escolhi no alpendre o pau que mais jeito dava aos meus doze anos esgalgados. Sempre foram caladas as minha alegrias, e por isso não soltei os gritos que me estavam no peito, que até hoje não pude deixar sair.

(...)

Acordei quando meu tio me chamou, madrugada alta. Sentei-me na manjedoura e olhei para a porta, com os olhos piscos de sono e deslumbrados por uma luz inesperada. Saltei para o chão e vim ao pátio: na minha frente estava uma lua redonda e enorme, branca, entornando leite sobre a noite e a paisagem. Era tudo branco refulgente onde a lua dava e negro espesso nas sombras. E eu que só tinha doze anos, como já ficou dito, adivinhei que nunca mais veria outra lua assim. Por isso é que hoje me comovem pouco os luares: tenho um dentro de mim que nada pode vencer.

(...)

Começamos a subir para Santarém quando o sol nascia. Estivemos na feira toda a manhã e parte da tarde. Não vendemos os bácoros todos. Por isso tivemos que regressar também a pé, e foi aí que aconteceu aquilo que não tornou mais a acontecer. Por cima de nós formou-se um anel de nuvens que quase ao sol-pôr enegreceram e começaram a largar chuva, e então por muito tempo andamos sem que uma gota nos apanhasse, enquanto à nossa volta, circularmente, uma cortina de água nos fechava o horizonte. Por fim as nuvens desapareceram. A noite vinha devagar entre as oliveiras. Os animais faziam aqueles ruídos que parecem uma interminável conversa. Meu tio, à frente, assobiava devagarinho.

Por causa de tudo isso me veio uma grande vontade de chorar. Ninguém me via, e eu via o mundo todo. Foi então que jurei a mim mesmo não morrer nunca.

José Saramago

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Maio


"Maio

Já está no final

O que somos nós afinal

Se já não nos vemos mais

Estamos longe demais

Longe demais.

(...)"

Kid Abelha

Composição: Paula Toller / George Israel




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Caos Urbano



Pedi a um primo meu que escrevesse algum texto com tema social ( e ir logo treinando para o vestibular) e ele escolheu falar sobre os ônibus coletivos de São Luís. Como reconhecimento por seu esforço, uma postagem no Quase Anônima ( grande coisa, hahaha).

As grandes cidades são conhecidas, entre outras coisas, pelo enorme fluxo de pessoas. Diariamente os habitantes precisam utilizar um meio de transporte rápido, barato e de fácil acesso, mas infelizmente não é isso o que acontece no cotidiano dos usuários do transporte coletivo de São Luis.

A capital maranhense tem uma tarifa abusiva se formos comparar sua qualidade à renda popular do penúltimo estado mais pobre do Brasil. Em quase todos os pontos da cidade o que observamos são ônibus lotados, principalmente nos chamados horários pico, são eles no início da manhã, da tarde e da noite. Condições precárias em alguns veículos devido à falta de manutenção e ao seu tempo de uso, já os fazem “cair aos pedaços”.

Os terminais de integração são outro problema. Quando foram inaugurados tinham como o objetivo integrar as linhas e facilitar a vida dos usuários, isso foi alcançado mas em compensação, é rodeado de inúmeros problemas como a falta de fiscalização, organização, manutenção e a demora dos coletivos.

Outro ponto importante a se destacar é, sem duvida, o desrespeito com os idosos, gestantes e deficientes físicos dentro dos coletivos, já que nem sempre têm seu devido tratamento especial diante de tal situação.

Este é o retrato diário de uma cidade que continua a crescer mas ainda está longe de se adaptar plenamente às necessidades dos ludovicenses. O que falta é um interesse maior por parte das autoridades em fiscalizar as empresas e em puni-las no descumprimento das normas que regem o transporte coletivo e assim, garantir a satisfação de todos os usuários.


Luis Ricardo


=*

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Poeme-se


"Mas gosto, gosto das pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar a seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas. Às vezes também me dá uma bruta raiva delas, de sua tristeza, sua mesquinhez. Depois penso que não tenho o direito de julgar ninguém, que cada um pode — e deve — ser o que é, ninguém tem nada com isso. Em seguida, minha outra parte sussurra em meus ouvidos que aí, justamente aí, está o grande mal das pessoas: o fato de serem como são e ninguém poder fazer nada. Só elas poderiam fazer alguma coisa por si próprias, mas não fazem porque não se vêem, não sabem como são. Ou, se sabem, fecham os olhos e continuam fingindo, a vida inteira fingindo que não sabem."


Caio F. Abreu
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Sempre diferentes



Está certo que o que eu vou falar aqui já deve estar meio desatualizado, mas vamos lá.

Em julho li Anjos e Demônios, um dos best-sellers do Dan Brown, achei o livro tão legal e emocionante que em tão pouco tempo já tinha-o devorado. Desde então, estava anciosíssimapara ver o filme, que por sinal era baseado na versão literária. Até que ontem, finalmente tive a oportunidade de assistir, então eis que: acabei me decepcionando. Tudo bem, não precisava ser uma cópia fiel da obra, mas alterar a história do início ao fim passou dos limites.

Pesquisando hoje na internet, descobri ( e já era óbvio), que muitas pessoas também não concordaram com as tantas alterações feitas no roteiro. Das críticas que li, achei o texto que irei colocar aqui resumir bem tudo o que eu e muitos outros acharam do filme. Como eu nao estou com um pingo de paciência sequer para escrever sobre a história de cabo a rabo, vale um Ctrl C,Ctrl V aqui, o amigo do http://memoriasfracas.com soube fazer muito bem.

"Assim que o filme começa, já percebemos as mudanças que a adaptação para o cinema pediu. Enquanto que o livro narra um assassinato nos primeiros capítulos, o cinema mostra Vittoria Vetra produzindo frascos da explosiva anti-matéria. Embora isso aconteça no CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), que é importantíssimo no livro, o instituto aparece apenas nos primeiros cinco minutos do filme e nada mais.

Logo depois que descobrem que um frasco de anti-matéria foi roubado, somos apresentados a Robert Langdon (Tom Hanks). Com corte de cabelo novo e nadando na piscina, Hanks continua sendo a pessoa perfeita para viver o simbologista. O ator transmite uma serenidade e uma inteligência que dão veracidade a seu personagem, assim como o livro o descreve.

Quando o enredo se desenvolve mais um pouco, as cenas na cidade do Vaticano e de Roma começam a surgir. Embora a equipe de filmagens não tenha obtido autorização para filmar no Vaticano, a reconstrução dos cenários foi muito bem realizada. Transmite realismo e veracidade. As tomadas na Basílica de São Pedro são grandiosas. A aglomeração de gente que “Anjos e Demônios” mostra chega a causar arrepios. O mesmo não acontece nas filmagens no suposto Panteão, que foram claramente (mal) digitalizadas.

Acreditava-se que “Anjos e Demônios” daria ênfase às obras de arte que compõem o Caminho da Iluminação, mostrando os detalhes das esculturas de Bernini que dão pistas para que Langdon chegue a suas conclusões. No entanto, isso não acontece. As obras ficam em segundo plano na maior parte do tempo.

Algo que incomoda é o ritmo que a história leva. Em momentos cruciais, de reflexão dos personagens em busca de respostas, ela fica rápida demais. Em compensação, em passagens não tão importantes assim, fica deveras lenta. Sem falar na falta de sincronismo entre Langdon e Vittoria. Durante a maior parte do filme não ocorre uma química entre os personagens, que parecem estar em velocidades diferentes.

Por algum motivo obscuro, nomes de vários personagens foram mudados. O camerlengo, que no livro de chama Carlo, passa a ser chamado de Patrick na versão para cinema. O oficial Rocher também ganha outro nome: vira comandante Richter.

Motivo mais obscuro ainda levou os roteiristas a removerem dois personagens importantíssimos da trama. Tanto Leonardo Vetra quanto Maximilian Kohler não são sequer citados no filme. A falta de Vetra torna-se um obstáculo para Vittoria, que no livro está numa busca incessante pelo assassino do pai. Diferentemente da Sophie de “O Código DaVinci”, Vittoria não tem tanta importância na história. E, embora a atriz Ayelet Zuerer seja lindíssima, está insossa no papel.

Kohler também é fundamental na publicação, mas perde suas atitudes – em especial as que envolvem o camerlengo – para um outro personagem. Nada detalhes para não revelar o fim do filme, mas fique certo de que não é exatamente igual ao do livro.

O Hassassin? Esse praticamente entra mudo e sai calado. É outro que tem enorme importância no livro, mas é relegado no filme. Cumpre seu papel de matar, mas não expõe nenhum drama nem as necessidades carnais que o livro aponta. Não é por acaso que uma das cenas mais tensas da publicação, que é quando Vittoria está a um passo de ser estuprada pelo bandido, some do filme.

Outros dois personagens que eu esperava ansiosamente para ver como se sairiam nas telonas eram o repórter Gunter Glick e a cinegrafista Chinita Macri, da BBC. A falta dos repórteres é compensada, em parte, pela presença de diversas televisões do mundo inteiro mostrando o conclave: CNN, Telemundo, entre outras.

Algo que incomoda tanto no livro quanto no filme é como a Guarda Suíça, que só deveria defender a cidade-estado do Vaticano, faz o que bem entende na cidade de Roma. A polícia romana não percebe essa intrusão na própria jurisdição? Até hoje isso não está claro para mim.

Se você gosta de filmes de suspense, pode assistir a “Anjos e Demônios” tranquilamente. Embora tenha pontos de discordância com o livro, a história do filme até que foi bem amarrada. Alguns personagens fazem falta, mas quem não leu o livro provavelmente não perceberá isso."

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Pior do que está não fica


Normalmente em anos eleitorais no Brasil vemos certas coisas ditas ‘nacionais’ serem colocadas a espelho duplo. Digo isto em relação a problemas já existentes e quase insolucionáveis da nação. O caos na saúde pública, a educação precária, o saneamento básico quase pré-básico e os intermináveis escândalos políticos, envolvendo nossos jovens e velhos mancebos do planalto central e semelhantes. Não bastasse os problemas reais a que passamos, o eleitor brasileiro ainda é submetido a mais um episódio, daqueles comuns a estes anos: o folclore das promessas de campanha.

No imaginário mítico-popular, o Saci Pererê é um ser insólito, dotado de uma perna só, mas com grande habilidade e astúcia, que rodopia velozmente fazendo um redemoinho e que anda pelas florestas a aterrorizar visitantes. Um rico exemplo do vasto e criativo imaginário folclórico brasileiro. Mas anuncio aos pesquisadores que estudam esta área, que há uma verdadeira coletânea de “histórias para boi dormir” ainda para serem catalogadas. Ou seja, existem, mas não foram ainda estudadas a fundo nem muito menos classificadas.

Um bom exemplo seria a unânime promessa dos candidatos de fazer o que eles chamam de “ revolução na educação!”. Eis aqui o nosso primeiro título. Outro bem lembrado e dito é “investir pesado na saúde”.Não esqueçamos o famosíssimo “crescimento com inclusão social”, nem o “emprego para toda a família”. Mas atento também ao fato que há sempre uma constante renovação e até criação de novos jargões folclórico. O mais atual é o “Crescimento com desenvolvimento sustentável”.

Neste contexto os eleitores passaram por uma transformação. Há muito se metamorfosearam de cidadãos para consumidores. A democracia, antes vista com lisonja e esplendor das sociedades ocidentais, hoje é vendida em programas políticos fajutos, populistas, cretinos e ridiculamente mentirosos. Quem está no poder usa-o a todo custo para abocanha-lo por mais tempo. Quem quer o poder desusa-o para tentar usá-lo mais tarde. E quem dá o poder aos poderosos? Eles mesmos, claro, com um detalhe: usam o consumidor cidadão.

Acontece que a politica se tornou algo tão banalizado em todas as esferas, que ela, agora, precisa ser maquilada com outros rótulos para ser consumida. Quer dar espinafre para seu filho? Diga que é um troço verde, docinho, que faz bem e que não dói para comer. Após a primeira bicada ele faz cara ruim, mas se você prometer deixá-lo até mais tarde na rua brincando, ele come sorrindo e até pede mais chamando de “gotoso” (no caso de algumas democracias especificas, a promessa seria outra, como na Venezuela, por exemplo).

O que verificamos é que os candidatos estão cada vez mais com a cara de produto, algo como expostos em prateleiras da sessão “leve dois, pague um”. Ao fazerem isso, camuflam suas verdadeiras ideologias e, quando chegam ao poder, revelam sua procedência Made in China, que sempre vem acompanhada de negligência com o país e suas necessidades. Enquanto a própria sociedade não lutar por reformas politicas para uma democracia plena, o que teremos é apenas algo como uma “pseudo-democracia com glúten”, que só faz mal para uma pequena minoria, pois a maioria consome sem nem saber o que significa aquela frasezinha em letras miúdas: “CONTÉM CORRUPÇÃO, SAFADEZA, FALTA DE VERGONHA NA CARA E ATRASO EM ALTAS CONCENTRAÇÕES”.


Romário Basílio


-Gostou? Leia mais em: subescrevo-me.blogspot.com

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As Leis Mais Malucas



1-SEM BRIGAS
Se você for um dia a Myrtle Creek, Oregon, EUA, fique longe de confusão: é proibido lutar box com algum canguru por lá.

2-FRUTO PROIBIDO
Até 1991, a melancia era vetada no município de Rio Claro, interior de São Paulo. A "Lei da Melancia" havia entrado em vigor em 1894, pois na época acreditava-se que a fruta podia transmitir febre amarela.

3-AEROPORTO DE ET
Em 1995, o ex-prefeito de Barra do Garças(MT), sancionou uma lei que criava uma área de pouso para OVINIs e discos voadores, o "aeródromo". Na mesma linha, um projeto de um deputado, em Alagoas, pretendia punir aviadores que deixassem de comunicar a ocorrência de OVINIs sobrevoando o Brasil.

4-BEIJO CRONOMETRADO
Em Tangrang, na Indonésia, é proibido aos casais beijarem-se por mais de cinco minutos, caso não sejam casados.

5-LIBEROU GERAL
Em 1992, o topless em qualquer lugar público foi legalizado na cidade de Nova Yoek. Na ocasião, feministas protestavam pelo mesmo direito dos homens, que podem andar nas ruas sem camisa.

6-PROTEÇÃO NADA DISCRETA
Em Quixeramobim(CE), um vereador em 1991, propôs uma lei que estabelecia a pintura na cor amarelo de todos os rabos de bovinos, caprinos e suínos do município, para evitar que fossem atropelados. Uma emenda ao projeto previa a pintura de todos os cascos e chifres dos bichos. Os animais sem cornos teriam suas orelhas coloridas.

7-SEM CANTORIA
Na cidade de Memphis, Tennesse, EUA, é proibido aos sapos coaxarem depois das 23 horas.

8- SEM NOÇÃO
De acordo com a legislação inglesa, é proibido aos taxistas transportar cadáveres e cachorros infectados com raiva, e os motoristas são obrigados a perguntar aos passageiros se eles estão contaminados por varíola ou peste.

9-OLHO POR OLHO
Originário da Mesopotâmia, o Código de Hamurabi, um dos mais antigos conjutos de leis da história, dizia claramente: "Se uma casa mal-construída causa a morte de um filho do dono, então o filho do construtor será condenado à morte."

10-DEFUNTO FORA DA LEI
Em setembro de 1999, o prefeito da cidade de Lanjaron, no sul da Espanha, baixou um decreto proibindo qualquer cidadão de morrer durante quatro meses. O cemitério da cidade estava superlotado e a prefeitura ainda não havia concluído suas obras de ampliação. A ordem era clara: "Está proibido morrer em Lanjaron. Os infratores responderão pelos seus atos"

-Retirado da revista Galileu- Junho de 2006


























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