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Caos Urbano



Pedi a um primo meu que escrevesse algum texto com tema social ( e ir logo treinando para o vestibular) e ele escolheu falar sobre os ônibus coletivos de São Luís. Como reconhecimento por seu esforço, uma postagem no Quase Anônima ( grande coisa, hahaha).

As grandes cidades são conhecidas, entre outras coisas, pelo enorme fluxo de pessoas. Diariamente os habitantes precisam utilizar um meio de transporte rápido, barato e de fácil acesso, mas infelizmente não é isso o que acontece no cotidiano dos usuários do transporte coletivo de São Luis.

A capital maranhense tem uma tarifa abusiva se formos comparar sua qualidade à renda popular do penúltimo estado mais pobre do Brasil. Em quase todos os pontos da cidade o que observamos são ônibus lotados, principalmente nos chamados horários pico, são eles no início da manhã, da tarde e da noite. Condições precárias em alguns veículos devido à falta de manutenção e ao seu tempo de uso, já os fazem “cair aos pedaços”.

Os terminais de integração são outro problema. Quando foram inaugurados tinham como o objetivo integrar as linhas e facilitar a vida dos usuários, isso foi alcançado mas em compensação, é rodeado de inúmeros problemas como a falta de fiscalização, organização, manutenção e a demora dos coletivos.

Outro ponto importante a se destacar é, sem duvida, o desrespeito com os idosos, gestantes e deficientes físicos dentro dos coletivos, já que nem sempre têm seu devido tratamento especial diante de tal situação.

Este é o retrato diário de uma cidade que continua a crescer mas ainda está longe de se adaptar plenamente às necessidades dos ludovicenses. O que falta é um interesse maior por parte das autoridades em fiscalizar as empresas e em puni-las no descumprimento das normas que regem o transporte coletivo e assim, garantir a satisfação de todos os usuários.


Luis Ricardo


=*

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Para 2011...



Primeiro, pessoas desejando a pessoas feliz ano novo.
Aí vem alguma moda que vai começar a fazer sucesso,
Alguma música nova que vai ser tocada e cantada a todo momento e em todo lugar,
Mais violência e mortes por motivos banais,
Pessoas se divertindo nos bares da vida,
Mais um Big Brother Brasil para ser espiado,
Uma frase nova que o Pânico vai lançar e os estudantes vão ficar repetindo na sala de aula,
Novo Governo para o Brasil e para Estados do país ( e o Maranhão não entra nessa lista),
Ah, mais roubos por parte dos políticos, é claro,
Gente mal educada,
Gente estressada,
Trânsito chato,
Novas pessoas a conhecer,
NOVA IDADE (não se pode esquecer),
Então vem o Carnaval, a Páscoa, o São João, o Natal e o feliz 2012.

Que ciclo vicioso esse, não é?

E quanto a mim:
Tomar menos refrigerante. ( a tah, rsrss)
Estrear o vestido que eu comprei em 2009! hahaha

Apesar de tudo, te desejo tudo de bom. Tomara que realmente seja! =)

É, feliz 2011.
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Pior do que está não fica


Normalmente em anos eleitorais no Brasil vemos certas coisas ditas ‘nacionais’ serem colocadas a espelho duplo. Digo isto em relação a problemas já existentes e quase insolucionáveis da nação. O caos na saúde pública, a educação precária, o saneamento básico quase pré-básico e os intermináveis escândalos políticos, envolvendo nossos jovens e velhos mancebos do planalto central e semelhantes. Não bastasse os problemas reais a que passamos, o eleitor brasileiro ainda é submetido a mais um episódio, daqueles comuns a estes anos: o folclore das promessas de campanha.

No imaginário mítico-popular, o Saci Pererê é um ser insólito, dotado de uma perna só, mas com grande habilidade e astúcia, que rodopia velozmente fazendo um redemoinho e que anda pelas florestas a aterrorizar visitantes. Um rico exemplo do vasto e criativo imaginário folclórico brasileiro. Mas anuncio aos pesquisadores que estudam esta área, que há uma verdadeira coletânea de “histórias para boi dormir” ainda para serem catalogadas. Ou seja, existem, mas não foram ainda estudadas a fundo nem muito menos classificadas.

Um bom exemplo seria a unânime promessa dos candidatos de fazer o que eles chamam de “ revolução na educação!”. Eis aqui o nosso primeiro título. Outro bem lembrado e dito é “investir pesado na saúde”.Não esqueçamos o famosíssimo “crescimento com inclusão social”, nem o “emprego para toda a família”. Mas atento também ao fato que há sempre uma constante renovação e até criação de novos jargões folclórico. O mais atual é o “Crescimento com desenvolvimento sustentável”.

Neste contexto os eleitores passaram por uma transformação. Há muito se metamorfosearam de cidadãos para consumidores. A democracia, antes vista com lisonja e esplendor das sociedades ocidentais, hoje é vendida em programas políticos fajutos, populistas, cretinos e ridiculamente mentirosos. Quem está no poder usa-o a todo custo para abocanha-lo por mais tempo. Quem quer o poder desusa-o para tentar usá-lo mais tarde. E quem dá o poder aos poderosos? Eles mesmos, claro, com um detalhe: usam o consumidor cidadão.

Acontece que a politica se tornou algo tão banalizado em todas as esferas, que ela, agora, precisa ser maquilada com outros rótulos para ser consumida. Quer dar espinafre para seu filho? Diga que é um troço verde, docinho, que faz bem e que não dói para comer. Após a primeira bicada ele faz cara ruim, mas se você prometer deixá-lo até mais tarde na rua brincando, ele come sorrindo e até pede mais chamando de “gotoso” (no caso de algumas democracias especificas, a promessa seria outra, como na Venezuela, por exemplo).

O que verificamos é que os candidatos estão cada vez mais com a cara de produto, algo como expostos em prateleiras da sessão “leve dois, pague um”. Ao fazerem isso, camuflam suas verdadeiras ideologias e, quando chegam ao poder, revelam sua procedência Made in China, que sempre vem acompanhada de negligência com o país e suas necessidades. Enquanto a própria sociedade não lutar por reformas politicas para uma democracia plena, o que teremos é apenas algo como uma “pseudo-democracia com glúten”, que só faz mal para uma pequena minoria, pois a maioria consome sem nem saber o que significa aquela frasezinha em letras miúdas: “CONTÉM CORRUPÇÃO, SAFADEZA, FALTA DE VERGONHA NA CARA E ATRASO EM ALTAS CONCENTRAÇÕES”.


Romário Basílio


-Gostou? Leia mais em: subescrevo-me.blogspot.com

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Garapa





- É quase meio dia, o sol está escaldante, a terra árida e as plantas secas refletem a falta de chuvas. A panela, ou mesmo a lata, está vazia. Para driblar a fome, água morna com açúcar para as crianças, ou “galapinha”, como elas chamam. Recebem o seu "mingau" e vão se deitar no chão de barro, nuas, envoltas por moscas, para comer.

- Periferia da cidade. Sem estudos ou outros recursos, é difícil conseguir emprego. Mais difícil ainda é sustentar os filhos sem o mínimo necessário. O mínimo a que me refiro é feijão, farinha ou quem sabe um pouquinho de arroz. Casa precária, alimentação escassa e a lida difícil com um alcoólatra que pega o pouco de casa para trocar por bebida.

As cenas descritas acima são o foco do documentário que assisti uma semana dessas. De José Padilha, GARAPA, através do cotidiano que acompanhou por um mês de três famílias, mostra um estado de pobreza e fome que atingem milhões de brasileiros.

Temas como esse, que às vezes ja parecem tão saturados, na verdade possuem cenas que nem imaginamos. É que estamos acostumados a ver ou falar desses fatos em uma escala mais global, por números, estatísticas, reportagens de tv. E assim, continuamos sem saber como as coisas acontecem de fato.

"Se voce lê dados do Ibase e do IBGE, fica sabendo que existem 910 milhões de pessoas no mundo que sofrem deficiência alimentar grave, mas ao ler uma reportagem dessas, voce nao entende o que significa a fome para quem lida com ela todos os dias. A primeira ideia era fazer um filme do ponto de vista de quem passa fome", comenta José Padilha.

Eu mesma, se alguém me perguntasse, teria alguma coisa pra dizer sobre a fome não só no Brasil, mas no mundo. No entanto, nunca tinha estado tão próximo dessa realidade como fiquei, assistindo as quase 2 horas de documentário.

No filme, em preto e branco mesmo e sem o mínimo de ensaio ou informações além da hitória daquelas famílias, percebemos de perto seu dia-a-dia, a luta das mães para dar comida aos filhos, a total falta de higiene, as crianças feridas, a realidade de programas como o Bolsa-Família.


Não criei esse post para culpar x ou y pela situaçao dessas pessoas, mas apenas falar de um problema que realmente existe e na maioria das vezes está tão alheio à nossa realidade que mal paramos para lembrar.

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O Preço da Ambição


Um dia desses, estava assistindo em um canal os preços de jóias que estavam à venda. Algumas gramas de ouro e diamante faziam um anel valer 19.500 reais e um colar 15 mil reais. No mesmo instante, olhar aqueles preços absurdos me incomodou. Incomodou porque não faço parte do mundo de pessoas que estão acostumadas a tais regalias. O fato é: há pessoas dispostas a pagar por esses e outros objetos luxuosos por aí. Quem sabe ricaços presenteando suas mulheres com um colar de brilhantes, que maravilha! Na certa ficaria bem mais atraente nelas que no pescoço de uma haitiana hoje.

Parei, refleti, e criei este post.

Enquanto uma minoria desfruta das orgias da alta sociedade, uma fração milionária de pessoas em todo o mundo vive na zona da pobreza. Enquanto a madame admira a sua nova jóia, mendigos andam pelas ruas às vezes sendo suas roupas o seu único patrimônio.

Vivemos numa sociedade moderna, industrial que 'prega' o capitalismo. O mercado é cego para a população e vê as necessidades humanas em dinheiro. Ja dizia uma letra de Engenheiros do Hawai, "nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes." Não há duvidas que existe hoje muito mais pobreza que no passado.


Na conferência de 92, no Rio, alguém disse( não tenho conhecimento de quem) que é preciso mais economia para reparar os danos feitos ate hoje. Rumo ao progresso. E eu pergunto: onde está o progresso nisso tudo? Os países estão ficando mais pobres do que antes. Veem bombeando as últimas porcentagens de petróleo que lhes restam. Florestas são derrubadas em troca de crescimento. A poluição se torna mais comum a cada dia. Está sendo furtado aquilo que pertence às gerações futuras. O mundo passou a ser visto como um grande deposito de recursos, o almoxarifado perfeito, onde não há estrago que não possa ser corrigido. O pensamento econômico não aceita limites.

O mercado quer conduzir o novo milênio. Mas antes de tudo, é preciso novas reflexões em vez de novas contas. Há coisas valiosas que não podem ser expressas em dinheiro e a verdadeira ciência é um diálogo limpo com a natureza, entretanto, o consumismo virou a 'religião' soberana, tratam o planeta como um objeto e esquecem que somos um sistema de vida, um complexo onde todos têm direitos.

Infelizmente, poucas são as pessoas que têm essa visão, e é por isso que somos essa civilização insustentável. Na verdade, não somos tão eficientes quanto proclamamos.

Nós, nascemos, crescemos e morremos, mas o Sistema se mantém. Devemos olhá-lo com reverência, porque um dia nós iremos e sem lavar nada. Mas o planeta continuará.



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É de mãos dadas que se abraça o mundo


NÃO EXISTE:

-Meio rio
-Meio oceano
-Meia cachoeira
-Meio ar
-Meio céu
-Meio chão
-Meio mato
-Meio pássaro
-Meio peixe
-Meio bicho
-Meio ser humano...

E MEIO AMBIENTE, EXISTE?



O texto acima é uma adaptação de uma propaganda publicitária que vi num livro há um tempo, não lembro qual e muito menos de quem.

Falar de preservação ambiental já não é novidade para ninguém, mas eu não esperaria até o dia mundial do meio ambiente para fazer propaganda disso. A natureza precisa ser cuidada todos os dias e por todos e é impossível convencer uma população inteira para isso. A questão é que, sabem como fazer mas quase nunca fazem.

Eu não tenho que ser uma bióloga ou ecologista para fazer minha parte. É simples não jogar lixo no chão ou não disperdiçar, por exemplo. É certo que os maiores problemas estão vindo de cima, grandes desmatamentos, tráfico de animais ou a poluição exagerada no ar e na água, tudo visando gerar lucros para as empresas, mas também cabe a mim colaborar.

A natureza fala, ou melhor, está gritando e o que ela tem a dizer pode caber num ano ou num segundo, basta a gente saber ouvir e perceber que ela quer ajuda. Para que isto ocorra a educação ambiental tem uma importância extraordinária porque conscientiza e altera os padrões de comportamento do ser humano.

Abraçar a natureza é um compromisso de cada um e bom negócio para todos. Pois não existe meio futuro, nem meio país.

_Até mais!
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